









Neste segundo capítulo pelas Ilhas Britânicas, deixamos a ilha grande e vamos para a segunda maior. A Irlanda dividida: a norte, parte do Reino Unido; a sul, parte da União Europeia. Se, na verdade, não há fronteiras físicas quando se atravessa a autoestrada M1/A1 entre Dublin e Belfast, no desporto, não há dúvidas: são mundos diferentes. A República da Irlanda tem em Dublin a sua vibrante e poética capital, mas, em termos futebolísticos, está a anos-luz dos vizinhos do Brexit. A maior glória dos clubes irlandeses resume-se a presenças nas fases de liga da Europa League e da Conference League. Apesar disso, o país tem o segundo maior estádio do arquipélago: o Croke Park.


Os Thunder querem voltar a ser campeões. Nuggets e Timberwolves podem não estar longe. Os Blazers já não vão ser surpresa, e os Jazz são uma das equipas mais intrigantes para a nova época.








Costuma-se dizer que no futebol (e na televisão) está tudo inventado. Eu, como sou dado a invenções, decidi mergulhar nas origens do futebol e escrever sobre o local onde nasceu o mágico — e proibido por decreto — football. E viajar também pelo parente pobre das ilhas britânicas: a Irlanda. Mas essa "estória" fica para a semana. Começamos por ir às raízes mais profundas. Tipo Indiana Jones, mas, em vez do chicote, calcemos as chuteiras.






Hoje começo uma viagem pelas 30 equipas da NBA. Na divisão central Pistons, Cavaliers e Pacers abrem a nova época com grandes expectativas, enquanto Bulls e Bucks finalmente abraçaram o futuro.


No último sábado, o Arsenal jogou a segunda final da Liga dos Campeões da história e, também pela segunda vez, acabou por perdê-la.


Desde que surgiu a internet — e, com ela, os sites e as redes sociais — que nos fomos habituando a uma regra não escrita: quando alguma coisa corre mal, quando há um erro ou uma gralha, a culpa é sempre do “estagiário”. Essa entidade incógnita, mística e de costas incrivelmente largas!


As duas melhores seleções do torneio estão na grande decisão. Se o Messi me tivesse dado banho será que também era um craque geracional?


O Campeonato do Mundo é a maior festa de futebol a nível global. Como qualquer outra festa, há quem tenha o nome na guest e há quem seja barrado à entrada.


O futebol de clubes parou. A partir de agora, e até dia 19 de julho, as rivalidades clubísticas são postas de lado. Vamos apoiar, todos juntos, a nossa seleção no Campeonato do Mundo. Mas será que tenho mesmo?


Bad Bunny é o protagonista do maior espetáculo desta temporada no Estádio da Luz. Benito é gigante? Sem dúvida, mas faltou futebol bonito na época do Benfica capaz de competir com um artista deste tamanho.


Regressos, despedidas e histórias bem contadas. O SummerSlam deste ano não foi perfeito, mas foi por um bocadinho.


A história dos reis nunca foi a minha parte favorita da disciplina. Não sou aquela pessoa que sabe de cor e salteado as dinastias portuguesas, por exemplo. Talvez a que saiba melhor não é portuguesa nem real: a de Game Of Thrones.


3 496 dias. Bem, visto assim foi mesmo muito tempo... A última vez que a WWE esteve em Portugal foi no Campo Pequeno em 2017.




Chegou a época alta. Começam as romarias até ao sul do país com carros cheios de chapéus de sol e cadeiras para a praia. O Algarve continua a ser mais falado quando nos aproximamos do mês de agosto, mas a bola não rola só na areia.




Há vitórias que entram no palmarés. E há vitórias que mudam a escala daquilo que um jogador — e um país inteiro — acredita ser possível. A de Jaime Faria frente a Ben Shelton, no Masters 1000 de Cincinnati, pertence claramente à segunda categoria.


Há nomes que entram em campo antes do próprio jogador. Hewitt é um deles.




Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.


Há algo de profundamente fascinante — e, para muitos, desconcertante — no ténis atual: a previsibilidade morreu. E, nas últimas semanas, foi enterrada com honras de Grand Slam.


Chegámos ao fim da Volta a França. Mais uma edição maravilhosa, mais 21 etapas a todo o gás. E uma questão com que ficamos: estaremos na era do melhor atleta da atualidade?


Nove etapas da Volta a França, algumas histórias e um líder pré-anunciado a confirmar a profecia: vivemos todos no mundo de Tadej Pogacar.


Começa a Volta à França. Será Tadej Pogacar contra os outros líderes humanos, com Portugal a sentir falta de Almeida.


Inauguro este espaço do meu amor pelo ciclismo sem ter de ultrapassar inclinações de 18%, sem altas pendentes, sem dificuldades extremas. Nem é por escrever no conforto da redação, é porque o Giro do nosso Afonso Eulálio torna bem fácil a missão de escrever as próximas palavras.




No mês de julho é impossível não falar dos Campeonatos de Wimbledon. O torneio mais icónico dos circuitos profissionais masculino e feminino remete-nos inevitavelmente para a história do ténis.




Os Thunder querem voltar a ser campeões. Nuggets e Timberwolves podem não estar longe. Os Blazers já não vão ser surpresa, e os Jazz são uma das equipas mais intrigantes para a nova época.


Hoje começo uma viagem pelas 30 equipas da NBA. Na divisão central Pistons, Cavaliers e Pacers abrem a nova época com grandes expectativas, enquanto Bulls e Bucks finalmente abraçaram o futuro.


Não houve regresso a Cleveland ou a Miami. Lebron James vai ser jogador dos Philadelphia 76ers onde vai formar um 5 de luxo com Tyrese Maxey, VJ Edgecombe, Jaylen Brown e Joel Embiid.


Giannis Antetoukounmpo, Jaylen Brown, Lamelo Ball, são alguns dos jogadores que já mudaram de ares para a próxima temporada. Quem também está de malas feitas é Lebron James, mas o King não tem pressa para anunciar a equipa onde vai iniciar a 24ª época da carreira.


Neemias Queta acordou a tão aguardada extensão de contrato com os Boston Celtics. 56 milhões de dólares (aproximadamente 49 milhões de euros) por 4 temporadas, sendo que o novo contrato só entra em vigor na época 27/28.


New York Knicks e San Antonio Spurs surpreenderam ao alcançarem a final da NBA, mas depois de 3 jogos, já justificaram o reencontro 27 anos depois.




Neste segundo capítulo pelas Ilhas Britânicas, deixamos a ilha grande e vamos para a segunda maior. A Irlanda dividida: a norte, parte do Reino Unido; a sul, parte da União Europeia. Se, na verdade, não há fronteiras físicas quando se atravessa a autoestrada M1/A1 entre Dublin e Belfast, no desporto, não há dúvidas: são mundos diferentes. A República da Irlanda tem em Dublin a sua vibrante e poética capital, mas, em termos futebolísticos, está a anos-luz dos vizinhos do Brexit. A maior glória dos clubes irlandeses resume-se a presenças nas fases de liga da Europa League e da Conference League. Apesar disso, o país tem o segundo maior estádio do arquipélago: o Croke Park.


Costuma-se dizer que no futebol (e na televisão) está tudo inventado. Eu, como sou dado a invenções, decidi mergulhar nas origens do futebol e escrever sobre o local onde nasceu o mágico — e proibido por decreto — football. E viajar também pelo parente pobre das ilhas britânicas: a Irlanda. Mas essa "estória" fica para a semana. Começamos por ir às raízes mais profundas. Tipo Indiana Jones, mas, em vez do chicote, calcemos as chuteiras.




Em Guimarães, em Barcelos, na Reboleira, no Porto ou no Funchal, os adeptos entraram no estádio e deram espetáculo no arranque da Liga. Na Luz, esse ficou à porta. Uma Fanzone, mas que teve centenas, milhares de fãs e pouco de “fun”. Não tanto pelo resultado, que não foi o desejado pelos que estiveram à volta da Luz, mas porque quem se deslocou teve de ver o jogo como todos os outros adeptos, que ficaram em casa, pela televisão. A crónica desta semana é dedicada aos adeptos de futebol.












As seleções juniores nacionais deixaram boas indicações no Campeonato da Europa. Seleções competitivas, organizadas, com talento evidente — e mais do que isso, com sinais claros de futuro. Este grupo não dá apenas esperança para um objetivo como os Jogos Olímpicos de 2032… dá também uma indicação concreta do caminho a seguir e, sobretudo, de onde estão os principais adversários.


Valladolid voltou a ser o epicentro do Padel mundial com mais uma edição do Premier Padel P2 na icónica Plaza Mayor.




A BMW quer muito Miguel Oliveira para 2027 e colocou a carne toda no 'bräter'














Dois jogos, quatro golos marcados, zero sofridos e seis pontos conquistados. O FC Porto entrou no campeonato como terminou a época passada: em primeiro lugar, com personalidade, com uma equipa que sabe sofrer, que é muito física, que raramente concede e que, acima de tudo, ganha.



