







Há vitórias que entram no palmarés. E há vitórias que mudam a escala daquilo que um jogador — e um país inteiro — acredita ser possível. A de Jaime Faria frente a Ben Shelton, no Masters 1000 de Cincinnati, pertence claramente à segunda categoria.


Há nomes que entram em campo antes do próprio jogador. Hewitt é um deles.




Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.


Há algo de profundamente fascinante — e, para muitos, desconcertante — no ténis atual: a previsibilidade morreu. E, nas últimas semanas, foi enterrada com honras de Grand Slam.


Há torneios bons. Há torneios memoráveis. E depois há Roland Garros 2026 — daqueles que não se explicam, sentem-se.