





Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.


Há algo de profundamente fascinante — e, para muitos, desconcertante — no ténis atual: a previsibilidade morreu. E, nas últimas semanas, foi enterrada com honras de Grand Slam.


Há torneios bons. Há torneios memoráveis. E depois há Roland Garros 2026 — daqueles que não se explicam, sentem-se.