








Há vitórias que entram no palmarés. E há vitórias que mudam a escala daquilo que um jogador — e um país inteiro — acredita ser possível. A de Jaime Faria frente a Ben Shelton, no Masters 1000 de Cincinnati, pertence claramente à segunda categoria.


Há nomes que entram em campo antes do próprio jogador. Hewitt é um deles.




Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.


Há clássicos que se ganham. Há clássicos que se impõem. E há clássicos que, ao apito final, deixam a sensação de que o resultado até podia ter sido mais amplo, não fosse uma noite inspirada do guarda-redes adversário.










Dois jogos, quatro golos marcados, zero sofridos e seis pontos conquistados. O FC Porto entrou no campeonato como terminou a época passada: em primeiro lugar, com personalidade, com uma equipa que sabe sofrer, que é muito física, que raramente concede e que, acima de tudo, ganha.


Há clássicos que se ganham. Há clássicos que se impõem. E há clássicos que, ao apito final, deixam a sensação de que o resultado até podia ter sido mais amplo, não fosse uma noite inspirada do guarda-redes adversário.














Dois jogos, quatro golos marcados, zero sofridos e seis pontos conquistados. O FC Porto entrou no campeonato como terminou a época passada: em primeiro lugar, com personalidade, com uma equipa que sabe sofrer, que é muito física, que raramente concede e que, acima de tudo, ganha.


Há vitórias que entram no palmarés. E há vitórias que mudam a escala daquilo que um jogador — e um país inteiro — acredita ser possível. A de Jaime Faria frente a Ben Shelton, no Masters 1000 de Cincinnati, pertence claramente à segunda categoria.




Há nomes que entram em campo antes do próprio jogador. Hewitt é um deles.








Terminou mais uma etapa da nossa preparação em terras de Sua Majestade, e a verdade é que o balanço só pode ser positivo. Longe de casa, mas sempre com a identidade bem presente, o FC Porto fechou este estágio em Inglaterra com uma vitória frente ao Birmingham City, por 2-1, num jogo que serviu não só para afinar processos, mas também para alimentar entusiasmo.






Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.






Há algo de profundamente fascinante — e, para muitos, desconcertante — no ténis atual: a previsibilidade morreu. E, nas últimas semanas, foi enterrada com honras de Grand Slam.






Há torneios bons. Há torneios memoráveis. E depois há Roland Garros 2026 — daqueles que não se explicam, sentem-se.
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Há títulos que se celebram. E há títulos que se sentem. Este é dos segundos.