






Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.


Há algo de profundamente fascinante — e, para muitos, desconcertante — no ténis atual: a previsibilidade morreu. E, nas últimas semanas, foi enterrada com honras de Grand Slam.


Há torneios bons. Há torneios memoráveis. E depois há Roland Garros 2026 — daqueles que não se explicam, sentem-se.


Terminou mais uma etapa da nossa preparação em terras de Sua Majestade, e a verdade é que o balanço só pode ser positivo. Longe de casa, mas sempre com a identidade bem presente, o FC Porto fechou este estágio em Inglaterra com uma vitória frente ao Birmingham City, por 2-1, num jogo que serviu não só para afinar processos, mas também para alimentar entusiasmo.














Terminou mais uma etapa da nossa preparação em terras de Sua Majestade, e a verdade é que o balanço só pode ser positivo. Longe de casa, mas sempre com a identidade bem presente, o FC Porto fechou este estágio em Inglaterra com uma vitória frente ao Birmingham City, por 2-1, num jogo que serviu não só para afinar processos, mas também para alimentar entusiasmo.






Há histórias que o ténis escreve com uma subtileza quase cruel. E depois há aquelas que parecem exigir redenção. Grigor Dimitrov está, em Wimbledon 2026, a escrever uma das segundas.






Há algo de profundamente fascinante — e, para muitos, desconcertante — no ténis atual: a previsibilidade morreu. E, nas últimas semanas, foi enterrada com honras de Grand Slam.






Há torneios bons. Há torneios memoráveis. E depois há Roland Garros 2026 — daqueles que não se explicam, sentem-se.
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Há títulos que se celebram. E há títulos que se sentem. Este é dos segundos.