

Há clássicos que se ganham. Há clássicos que se impõem. E há clássicos que, ao apito final, deixam a sensação de que o resultado até podia ter sido mais amplo, não fosse uma noite inspirada do guarda-redes adversário.


Há clássicos que se ganham. Há clássicos que se impõem. E há clássicos que, ao apito final, deixam a sensação de que o resultado até podia ter sido mais amplo, não fosse uma noite inspirada do guarda-redes adversário.










Dois jogos, quatro golos marcados, zero sofridos e seis pontos conquistados. O FC Porto entrou no campeonato como terminou a época passada: em primeiro lugar, com personalidade, com uma equipa que sabe sofrer, que é muito física, que raramente concede e que, acima de tudo, ganha.








Terminou mais uma etapa da nossa preparação em terras de Sua Majestade, e a verdade é que o balanço só pode ser positivo. Longe de casa, mas sempre com a identidade bem presente, o FC Porto fechou este estágio em Inglaterra com uma vitória frente ao Birmingham City, por 2-1, num jogo que serviu não só para afinar processos, mas também para alimentar entusiasmo.



