






O Red Bull mete-se por dentro e eu sei perfeitamente o que acontece a seguir. Já vi esta ultrapassagem vezes suficientes. Ainda assim, quando penso em Abu Dhabi, lá estão eles: Verstappen e Hamilton, na última volta de 2021, um a caminho do primeiro título, o outro a perder o oitavo. Podiam ocorrer-me praias. Hotéis. Qualquer coisa que justificasse os calções e os chinelos que trouxe na mala. Mas não. O meu cérebro continua em serviço e, pelos vistos, ninguém lhe aprovou as férias. O Magnifico 7 volta à estrada. Neste caso entre a pista de Yas Marina e as dunas do deserto.




Morreu Jorge Palma. E, aparentemente, o soco no estômago não foi só meu, foi de um país inteiro. Não foi um cantor de grandes hinos nem de concertos em estádios, mas embalou o país. Cantou a nossa vida como poucos. Guiou-nos ao piano e na sua voz. Motivou-nos e curou-nos nos momentos de euforia e de tristeza. Foi, é e será o Jorge Magnífico Palma.


Com o triunfo do Torreense na Taça, e com os condicionalismos do sorteio do campeonato, é preciso chegarmos quase a outubro para termos o primeiro clássico do ano. Mais uma jornada e só tínhamos clássicos quase em novembro por causa da pausa das seleções. Mas a espera vale a pena porque é no Dragão, com o campeão e líder invicto no campeonato, o FC Porto, contra o segundo e também invicto Benfica.






O Red Bull mete-se por dentro e eu sei perfeitamente o que acontece a seguir. Já vi esta ultrapassagem vezes suficientes. Ainda assim, quando penso em Abu Dhabi, lá estão eles: Verstappen e Hamilton, na última volta de 2021, um a caminho do primeiro título, o outro a perder o oitavo. Podiam ocorrer-me praias. Hotéis. Qualquer coisa que justificasse os calções e os chinelos que trouxe na mala. Mas não. O meu cérebro continua em serviço e, pelos vistos, ninguém lhe aprovou as férias. O Magnifico 7 volta à estrada. Neste caso entre a pista de Yas Marina e as dunas do deserto.




Morreu Jorge Palma. E, aparentemente, o soco no estômago não foi só meu, foi de um país inteiro. Não foi um cantor de grandes hinos nem de concertos em estádios, mas embalou o país. Cantou a nossa vida como poucos. Guiou-nos ao piano e na sua voz. Motivou-nos e curou-nos nos momentos de euforia e de tristeza. Foi, é e será o Jorge Magnífico Palma.


Com o triunfo do Torreense na Taça, e com os condicionalismos do sorteio do campeonato, é preciso chegarmos quase a outubro para termos o primeiro clássico do ano. Mais uma jornada e só tínhamos clássicos quase em novembro por causa da pausa das seleções. Mas a espera vale a pena porque é no Dragão, com o campeão e líder invicto no campeonato, o FC Porto, contra o segundo e também invicto Benfica.




Neste segundo capítulo pelas Ilhas Britânicas, deixamos a ilha grande e vamos para a segunda maior. A Irlanda dividida: a norte, parte do Reino Unido; a sul, parte da União Europeia. Se, na verdade, não há fronteiras físicas quando se atravessa a autoestrada M1/A1 entre Dublin e Belfast, no desporto, não há dúvidas: são mundos diferentes. A República da Irlanda tem em Dublin a sua vibrante e poética capital, mas, em termos futebolísticos, está a anos-luz dos vizinhos do Brexit. A maior glória dos clubes irlandeses resume-se a presenças nas fases de liga da Europa League e da Conference League. Apesar disso, o país tem o segundo maior estádio do arquipélago: o Croke Park.


Costuma-se dizer que no futebol (e na televisão) está tudo inventado. Eu, como sou dado a invenções, decidi mergulhar nas origens do futebol e escrever sobre o local onde nasceu o mágico — e proibido por decreto — football. E viajar também pelo parente pobre das ilhas britânicas: a Irlanda. Mas essa "estória" fica para a semana. Começamos por ir às raízes mais profundas. Tipo Indiana Jones, mas, em vez do chicote, calcemos as chuteiras.




Em Guimarães, em Barcelos, na Reboleira, no Porto ou no Funchal, os adeptos entraram no estádio e deram espetáculo no arranque da Liga. Na Luz, esse ficou à porta. Uma Fanzone, mas que teve centenas, milhares de fãs e pouco de “fun”. Não tanto pelo resultado, que não foi o desejado pelos que estiveram à volta da Luz, mas porque quem se deslocou teve de ver o jogo como todos os outros adeptos, que ficaram em casa, pela televisão. A crónica desta semana é dedicada aos adeptos de futebol.




Se há coisa que as redes sociais potenciaram foi o julgamento. Rápido, pouco refletido, uma espécie de disparar primeiro e perguntar depois. Se no desporto, e no futebol em particular, esses filtros já eram quase inexistentes por parte de protagonistas e, principalmente, de adeptos, com as redes sociais esses filtros caíram totalmente. Todos têm um julgamento sobre tudo. Poucos têm uma opinião formada e sustentada. Parece estranho fazer este tipo de reflexão numa coluna de opinião, mas passo a explicar, com exemplos, os assuntos mais quentes do momento. Marco Silva explica o resto.


Terminou com o apito final de Slavko Vinčić o maior Mundial da história e a época 2025/26. Isto foi num domingo à noite. Na quarta-feira começou na Sérvia a época portuguesa 2026/27. Isto significa que tivemos quase 3 dias completos de férias e descanso. Por isso, senhor leitor, perdoe-me a falta de inspiração nesta crónica por não conseguir ir para lá dos destaques do América’2026. Mas nem tudo é óbvio. Nestes destaques nem tudo são rosas. Vamos até começar pelo maior dos espinhos.


Tenho de dar a mão à palmatória. Confesso que sempre me irritaram as equipas de autor, mas neste mundial o sucesso de Espanha e Inglaterra vem provar que estava errado. E, como tal, caro leitor, esta crónica é dedicada a dois treinadores pelo fracasso dos quais, confesso, desde a primeira hora apostei.


Enquanto andámos entretidos durante meses (talvez anos) a discutir se éramos candidatos ou favoritos à conquista do Mundial; se Ronaldo deveria jogar mais ou menos tempo; se os jogadores rendem nos clubes, mas não na seleção; porque é que Martínez não faz a rotação; se devíamos ter ido mais cedo para os Estados Unidos... Se calhar, deveríamos antes aprender com a História. Não com a História dos livros que a minha querida Professora Milú ensinava de forma entusiástica. Nem tanto com as gloriosas histórias do futebol português, com os pódios no Mundial’66, Euro’84, Euro’2000, Euro’2004, Euro’2012, e nem tão-pouco com o Euro’2016 ou as Ligas das Nações ganhas. Deveríamos era aprender com as eliminações. Com as derrotas. Com o que correu mal sempre que perdemos. Vamos falar das últimas 7 magníficas desilusões.


Não há memória de que Eusébio tenha alguma vez vestido a camisola 7. Mas esta fascinante história, de um dos Magníficos da história do futebol mundial, merece ser contada. O "King" foi campeão 11 vezes em Portugal, mas tem 12 títulos nacionais no currículo. A crónica desta semana é a incrível história do melhor jogador português do século XX, campeão da Liga Norte-Americana (NASL) por uma equipa croata que, na altura, pertencia à Jugoslávia, em Toronto, no Canadá. No dia em que Portugal defronta a Croácia em Toronto, não vejo melhor tema.


Se é verdade que os americanos sabem vender um espetáculo como ninguém, também é verdade que os artistas apareceram todos para o palco maior.


Mourinho, Jesus, Conceição e Vítor Pereira já foram campeões em Portugal e estarão, nesta atualidade, numa classe à parte quanto a um eventual regresso ao nosso campeonato. A prova disso foi a curta estadia do Special One na Luz. Por outro lado, Marco Silva é o primeiro de outros sete magníficos treinadores nacionais que já foram campeões fora de portas, mas que nunca levantaram o caneco por cá, a regressar à Liga. Mas porquê agora?


A fechar a última crónica “Magnífico 7” tinha garantido que não sou de fezadas. Reitero, assino por baixo, juro aos anjinhos e que me caia a taça do mundial na cabeça se isso não é verdade. Mas como dizem os espanhóis: "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay".


Tinha acabado de bater o recorde de assistências numa época em Inglaterra. E tal como ofereceu golos, ofereceu talvez a liderança que Portugal precisa em campo no Mundial.