






Se há coisa que as redes sociais potenciaram foi o julgamento. Rápido, pouco refletido, uma espécie de disparar primeiro e perguntar depois. Se no desporto, e no futebol em particular, esses filtros já eram quase inexistentes por parte de protagonistas e, principalmente, de adeptos, com as redes sociais esses filtros caíram totalmente. Todos têm um julgamento sobre tudo. Poucos têm uma opinião formada e sustentada. Parece estranho fazer este tipo de reflexão numa coluna de opinião, mas passo a explicar, com exemplos, os assuntos mais quentes do momento. Marco Silva explica o resto.


Terminou com o apito final de Slavko Vinčić o maior Mundial da história e a época 2025/26. Isto foi num domingo à noite. Na quarta-feira começou na Sérvia a época portuguesa 2026/27. Isto significa que tivemos quase 3 dias completos de férias e descanso. Por isso, senhor leitor, perdoe-me a falta de inspiração nesta crónica por não conseguir ir para lá dos destaques do América’2026. Mas nem tudo é óbvio. Nestes destaques nem tudo são rosas. Vamos até começar pelo maior dos espinhos.


Tenho de dar a mão à palmatória. Confesso que sempre me irritaram as equipas de autor, mas neste mundial o sucesso de Espanha e Inglaterra vem provar que estava errado. E, como tal, caro leitor, esta crónica é dedicada a dois treinadores pelo fracasso dos quais, confesso, desde a primeira hora apostei.


Enquanto andámos entretidos durante meses (talvez anos) a discutir se éramos candidatos ou favoritos à conquista do Mundial; se Ronaldo deveria jogar mais ou menos tempo; se os jogadores rendem nos clubes, mas não na seleção; porque é que Martínez não faz a rotação; se devíamos ter ido mais cedo para os Estados Unidos... Se calhar, deveríamos antes aprender com a História. Não com a História dos livros que a minha querida Professora Milú ensinava de forma entusiástica. Nem tanto com as gloriosas histórias do futebol português, com os pódios no Mundial’66, Euro’84, Euro’2000, Euro’2004, Euro’2012, e nem tão-pouco com o Euro’2016 ou as Ligas das Nações ganhas. Deveríamos era aprender com as eliminações. Com as derrotas. Com o que correu mal sempre que perdemos. Vamos falar das últimas 7 magníficas desilusões.


Não há memória de que Eusébio tenha alguma vez vestido a camisola 7. Mas esta fascinante história, de um dos Magníficos da história do futebol mundial, merece ser contada. O "King" foi campeão 11 vezes em Portugal, mas tem 12 títulos nacionais no currículo. A crónica desta semana é a incrível história do melhor jogador português do século XX, campeão da Liga Norte-Americana (NASL) por uma equipa croata que, na altura, pertencia à Jugoslávia, em Toronto, no Canadá. No dia em que Portugal defronta a Croácia em Toronto, não vejo melhor tema.




Se há coisa que as redes sociais potenciaram foi o julgamento. Rápido, pouco refletido, uma espécie de disparar primeiro e perguntar depois. Se no desporto, e no futebol em particular, esses filtros já eram quase inexistentes por parte de protagonistas e, principalmente, de adeptos, com as redes sociais esses filtros caíram totalmente. Todos têm um julgamento sobre tudo. Poucos têm uma opinião formada e sustentada. Parece estranho fazer este tipo de reflexão numa coluna de opinião, mas passo a explicar, com exemplos, os assuntos mais quentes do momento. Marco Silva explica o resto.


Terminou com o apito final de Slavko Vinčić o maior Mundial da história e a época 2025/26. Isto foi num domingo à noite. Na quarta-feira começou na Sérvia a época portuguesa 2026/27. Isto significa que tivemos quase 3 dias completos de férias e descanso. Por isso, senhor leitor, perdoe-me a falta de inspiração nesta crónica por não conseguir ir para lá dos destaques do América’2026. Mas nem tudo é óbvio. Nestes destaques nem tudo são rosas. Vamos até começar pelo maior dos espinhos.


Tenho de dar a mão à palmatória. Confesso que sempre me irritaram as equipas de autor, mas neste mundial o sucesso de Espanha e Inglaterra vem provar que estava errado. E, como tal, caro leitor, esta crónica é dedicada a dois treinadores pelo fracasso dos quais, confesso, desde a primeira hora apostei.


Enquanto andámos entretidos durante meses (talvez anos) a discutir se éramos candidatos ou favoritos à conquista do Mundial; se Ronaldo deveria jogar mais ou menos tempo; se os jogadores rendem nos clubes, mas não na seleção; porque é que Martínez não faz a rotação; se devíamos ter ido mais cedo para os Estados Unidos... Se calhar, deveríamos antes aprender com a História. Não com a História dos livros que a minha querida Professora Milú ensinava de forma entusiástica. Nem tanto com as gloriosas histórias do futebol português, com os pódios no Mundial’66, Euro’84, Euro’2000, Euro’2004, Euro’2012, e nem tão-pouco com o Euro’2016 ou as Ligas das Nações ganhas. Deveríamos era aprender com as eliminações. Com as derrotas. Com o que correu mal sempre que perdemos. Vamos falar das últimas 7 magníficas desilusões.


Não há memória de que Eusébio tenha alguma vez vestido a camisola 7. Mas esta fascinante história, de um dos Magníficos da história do futebol mundial, merece ser contada. O "King" foi campeão 11 vezes em Portugal, mas tem 12 títulos nacionais no currículo. A crónica desta semana é a incrível história do melhor jogador português do século XX, campeão da Liga Norte-Americana (NASL) por uma equipa croata que, na altura, pertencia à Jugoslávia, em Toronto, no Canadá. No dia em que Portugal defronta a Croácia em Toronto, não vejo melhor tema.


Se é verdade que os americanos sabem vender um espetáculo como ninguém, também é verdade que os artistas apareceram todos para o palco maior.


Mourinho, Jesus, Conceição e Vítor Pereira já foram campeões em Portugal e estarão, nesta atualidade, numa classe à parte quanto a um eventual regresso ao nosso campeonato. A prova disso foi a curta estadia do Special One na Luz. Por outro lado, Marco Silva é o primeiro de outros sete magníficos treinadores nacionais que já foram campeões fora de portas, mas que nunca levantaram o caneco por cá, a regressar à Liga. Mas porquê agora?


A fechar a última crónica “Magnífico 7” tinha garantido que não sou de fezadas. Reitero, assino por baixo, juro aos anjinhos e que me caia a taça do mundial na cabeça se isso não é verdade. Mas como dizem os espanhóis: "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay".


Tinha acabado de bater o recorde de assistências numa época em Inglaterra. E tal como ofereceu golos, ofereceu talvez a liderança que Portugal precisa em campo no Mundial.