Vamos em quantas chicotadas na primeira liga?

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Os cinco treinadores que já caíram em pouco mais de dois meses de primeira liga

A presente edição da Liga Portugal Betclic arrancou a 7 de Agosto e pouco mais de dois meses depois os resultados - ou a falta deles - já custaram a cabeça a quatro treinadores do principal escalão do futebol português, e a mais um que também deixou o clube onde estava, mas não por causa dos resultados.

O chicote estalou pela primeira vez na Madeira a 2 de Setembro, altura em que o Nacional comunicou que João Gião já não era o treinador dos alvinegros.

Contratado para substituir Tiago Margarido que esteve três épocas no banco nacionalista, João Gião cumpriu apenas quatro jogos, foi despedido depois da derrota em casa frente ao Estrela da Amadora por 2-3 a 30 de Agosto.

Da Madeira o chicote voou até Vila do Conde e voltou a estalar a 1 de Outubro, o dia escolhido pelo Rio Ave para anunciar a saída de Sotiris Sylaidopoulos.

O técnico grego não resistiu aos maus resultados, deixou os vilacondenses no 16º lugar do campeonato com uns magros quatro pontos em sete jornadas.

Três dias depois do Rio Ave foi a vez do Arouca comunicar a saída de Vasco Seabra.

O anúncio foi feito na madrugada de Domingo, 4 de Outubro, depois do impressionante empate do Arouca em Alvalade frente ao Sporting (2-2), mas neste caso não se tratou de uma chicotada psicológica. Antes pelo contrário.

Seabra deixou os arouquenses no 5º lugar do campeonato a quatro pontos dos lugares europeus, saiu para o Rio Ave que pagou um milhão de euros ao Arouca. Os rioavistas bateram a cláusula de rescisão e levaram Vasco Seabra.

Avançamos na linha do tempo e para o regresso do chicote quando o Estoril Praia comunicou o fim da ligação a Vasco Matos a 15 de Outubro.

Os canarinhos agradeceram "a dedicação demonstrada ao longo do período em que representou o Estoril Praia".

Vasco Matos não conseguiu vencer nenhum dos oito jogos em que esteve sentado no banco do Estoril Praia, deixou o clube no último lugar do campeonato com apenas dois pontos em oito jogos.

Carlos Carvalhal foi o quinto e último técnico a cessar funções, e no caso do Famalicão por mútuo acordo.


Redação Digital
Por Redação Digitalhá 3 dias • 19 Outubro 2026, 18:01
Tópicos:PrimeiraLiga